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Google alerta para uso da IA Gemini por hackers estatais em ataques cibernéticos

Resumo da notícia:

Grupos de ciberespionagem utilizam IA generativa para aprimorar ataques

Pesquisadores da equipe de inteligência de ameaças do Google identificaram o uso crescente de modelos de inteligência artificial generativa, como o Gemini, por grupos de ciberespionagem, incluindo o UNC2970, associado à Coreia do Norte. Esses atores têm empregado a IA para realizar atividades avançadas de reconhecimento, sintetizando informações de fontes abertas (OSINT) e elaborando perfis detalhados de alvos de alto valor, especialmente em setores de defesa e cibersegurança. A tecnologia permite a automação e aceleração de etapas críticas do ciclo de ataque, como planejamento de campanhas e identificação de vulnerabilidades humanas em empresas estratégicas.

Além do UNC2970, outros grupos de diferentes origens, como China e Irã, também têm integrado ferramentas de IA generativa em suas operações. Entre as aplicações observadas estão a coleta automatizada de credenciais sensíveis, análise de vulnerabilidades, desenvolvimento de códigos maliciosos e criação de personas para engenharia social. Destaca-se o uso do Gemini para gerar código-fonte sob demanda, como no caso do malware HONESTCUE, que utiliza a API do modelo para receber instruções em C# e executar cargas maliciosas diretamente na memória, dificultando a detecção por soluções tradicionais.

Outro vetor de ameaça identificado envolve ataques de extração de modelo, nos quais agentes maliciosos enviam grandes volumes de consultas a APIs de IA com o objetivo de replicar o comportamento do modelo original. Em um experimento recente, foi possível criar um modelo substituto com alta precisão apenas a partir das respostas obtidas, evidenciando riscos técnicos para a propriedade intelectual de sistemas de IA proprietários.

Esses avanços demonstram a relevância técnica da IA generativa não apenas como ferramenta de produtividade, mas também como recurso estratégico para atores mal-intencionados. O cenário reforça a necessidade de aprimoramento contínuo das defesas, tanto na proteção de modelos de IA quanto na detecção de ameaças que exploram essas tecnologias para comprometer ambientes corporativos e industriais.

Fonte original: thehackernews.com

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Resumo editorial criado automaticamente pela Eletrônica Americana com base em fontes internacionais públicas, com finalidade informativa.

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