Cientistas implantam embriões humanos em organoides para estudo

Tipo principal do conteúdo: Pesquisa científica aplicada / tecnologia médica
Resumo jornalístico:
Pesquisadores de diferentes países anunciaram avanços significativos na reprodução dos estágios iniciais da gravidez em laboratório, utilizando chips microfluídicos e organoides. Os estudos, publicados por grupos da China, Reino Unido, Espanha e Estados Unidos, descrevem a criação de modelos tridimensionais que combinam embriões humanos obtidos por fertilização in vitro com organoides derivados de células do endométrio, tecido que reveste o útero.
A inovação está na precisão com que esses sistemas mimetizam os primeiros dias da gestação, permitindo observar, em tempo real, a interação entre o embrião e o tecido uterino. O uso de chips microfluídicos transparentes viabiliza o cultivo e o monitoramento dessas estruturas em ambiente controlado, sem a necessidade de um corpo humano. Os experimentos foram interrompidos em até duas semanas, respeitando limites éticos e legais internacionais.
Do ponto de vista técnico, esses modelos representam uma ferramenta promissora para investigar as causas do insucesso em tratamentos de fertilização in vitro, especialmente nos casos em que o embrião não consegue se fixar no útero. A expectativa é que a tecnologia contribua para o desenvolvimento de métodos mais eficazes de reprodução assistida e amplie o entendimento sobre os mecanismos iniciais da gravidez humana.
Fonte original: www.technologyreview.com
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