Avanços tecnológicos de 2026 incluem chips cerebrais e missões espaciais

O ano de 2026 promete avanços significativos em diversas frentes tecnológicas, com destaque para inovações em inteligência artificial, exploração espacial, mobilidade autônoma e semicondutores. Um dos projetos mais ambiciosos é o Prometheus, supercomputador de IA da Meta, que será inaugurado em Ohio com capacidade de consumo energético de até 1 gigawatt e infraestrutura comparável ao tamanho de Manhattan. A empresa também planeja o Hyperion, data center ainda maior, projetado para atingir 5 gigawatts até 2028, consolidando uma nova era para processamento de dados em larga escala.
No campo da mobilidade, a startup Tensor planeja lançar o primeiro carro autônomo de nível 4 para consumidores, capaz de operar sem intervenção humana, mas equipado com controles tradicionais. Essa iniciativa representa um avanço técnico relevante, pois até então apenas serviços de táxi autônomos ofereciam esse grau de automação. O veículo promete transformar a experiência do usuário, permitindo atividades como assistir vídeos ou trabalhar durante o trajeto.
A indústria de semicondutores também se prepara para decisões estratégicas. A Intel avalia a viabilidade de adotar o processo de fabricação 14A, que promete ganhos de desempenho e eficiência energética em relação à geração anterior. A continuidade desse desenvolvimento dependerá do interesse de clientes externos, e uma possível desistência pode impactar a competitividade da empresa frente a rivais como TSMC e Samsung.
Na área de tecnologia médica, a Neuralink planeja iniciar testes humanos do implante cerebral Blindsight, projetado para restaurar parcialmente a visão de pessoas cegas. O sistema conecta uma câmera externa ao córtex visual, criando uma percepção visual artificial, mesmo para quem nunca enxergou. Embora a resolução inicial seja limitada, a expectativa é de aprimoramento progressivo, abrindo caminho para novas aplicações em interfaces cérebro-computador.
Por fim, a exploração espacial avança com missões como a Tianwen-2, da China, que realizará coleta e análise de amostras de asteroides, e o retorno de missões tripuladas à Lua, com a NASA testando sistemas para presença humana sustentável no satélite. Essas iniciativas demonstram o papel central da engenharia e da ciência de dados no desenvolvimento de tecnologias para desafios complexos, tanto na Terra quanto no espaço.
Fonte original: spectrum.ieee.org
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